EDIPO REI SOFOCLES PDF

Muchas partes o elementos del mito de Edipo ocurren antes de la primera escena de la obra, aunque se menciona alguno de ellos en el texto. Edipo es el hijo de Layo y Yocasta , el rey y la reina de Tebas. Peste en Tebas[ editar ] El actor Mounet-Sully como Edipo Edipo , rey de Tebas , se dirige a una muchedumbre encabezada por un sacerdote , que se ha congregado ante el rey para pedir un remedio a la peste que asola la ciudad de Tebas. Edipo jura encontrar al asesino y lo maldice por causar la peste. Pronuncia un bando solemne en el que pide a todo el pueblo tebano que colabore en el esclarecimiento del crimen.

Author:Nikoll Voodoogami
Country:Colombia
Language:English (Spanish)
Genre:History
Published (Last):6 September 2012
Pages:387
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ISBN:284-7-40330-423-7
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Traduo e comentrios de Mrio da Gama Kury. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, Sfocles, segundo Idel Becker , p. Fazia parte dos trs grandes da tragdia Montanelli, , pg. Todos viveram no sc.

V de Atenas, quando a democracia atingia seu pice com Clstenes e Pricles. Ao contrrio de squilo, fundador da tragdia, que utilizava como personagens deuses e heris, Sfocles d a seus personagens profundos sentimentos humanos. Ao passo que squilo dotava seus personagens de um visvel carter moralista, os personagens de Sfocles, segundo Indro Montanelli, em lugar de pregar, como em squilo, tendem a demonstrar. Como ele mesmo dizia, eu os pinto [os personagens] como deveriam ser.

Porm, Eurpides, seu concorrente da poca, foi mais a fundo, Eurpides pinta-os [os presonagens] como so. Porm aqui, no buscando comparar a grandeza literria destes autores, nos detenhamos em Sfocles. O que Sfocles mais contribui na tragdia, foi o fato de dar aos sentimentos uma naturalidade atemporal, o que faz com que a obra, apesar do fosso de 2.

Segundo esta atemporalidade da tragdia, a historiadora Maria Christina de Caldas Freire Rocha1 , p. Ou seja, nossa psique identifica estes sentimentos nossa prpria experincia.

Porm, a fim de realizarmos a tarefa de historiadores, mesmo que buscando uma histria das mentalits, no poderamos deter-nos aos pontos trgicos da obra, nem mesmo anlise destes sentimentos.

No mximo, poderamos estabelecer uma tese sobre a atemporalidade, e at mesmo naturalidade dos sentimentos humanos, algo afora de seus contextos histricos. Ou inclusive, explicitando historicamente e evitando cair no fosso biolgico, poderamos dizer que o legado grego, e aps romano, ao qual somos inerentemente 1 Nesta resenha nos basearemos na hiptese desta historiadora, que trabalha o carter poltico da obra de Sfocles, a fim de contribuir em elucidar esta hiptese, estabelecendo pontos em comum.

Porm, a forma com que hoje assimilamos tal obra, os pontos que nos marcam o prprio fato trgico da obra que nos comove talvez no fosse, to somente, o que os gregos viam na obra.

E esta a tarefa do historiador ao interpelar uma obra como esta, feita por homens biologicamente iguais a ns, porm, historicamente diferentes. Somente resumirei brevemente a histria.

O rei de Tebas, Laio, havia sido amaldioado por trazer ao suicdio um amante seu. Se tivesse um filho com sua esposa, Jocasta, este o mataria. Nasce dipo, e a fim de no concretizar a maldio, mandam jogar o filho em um precipcio. O servo responsvel, piedoso, d a criana a Corinto, e a criana passa a ser criada por outros reis. No caminho Tebas, mata, sem saber, Laio, que est no seu caminho e o ofende. Ao chegar Tebas, desvenda o mistrio da Esfinge e tira a cidade do flagelo que ela representava.

Ali a histria comea, sendo que a cidade de Tebas encontra-se em meio crises, devido morte de Laio. Precisam achar seu assassino. O prprio dipo torna-se o investigador e busca a resposta at o desfecho final.

Ao descobrir que matou seu pai e casara com sua me, tendo filhas com ela, fura seus olhos. Jocasta suicida-se. Creonte, irmo de Jocasta, exila dipo de Tebas.

No temos como resumir a tragdia em si, pois somente lendo-a somos capazes de vive-la; sabemos toda a histria, o incio e o fim; porm o autor, desvendando aos poucos a histria, articulando-se entre a vontade de dipo em saber o culpado e a ignorncia em no ver que era ele mesmo, desfecha o trgico e emocionante final. O problema do homem e sua desmedida, a ambio pessoal, contra o interesse e a liberdade pblica e contra a vontade dos deuses, tentando contornar seu prprio destino, atravs de suas medidas e de seus recursos prprios de homem.

Mas, desde o sinoecismo [unificao das aldeias para forma a polis], o ateniense j compreendera que as instituies polticas no deveriam mais ser confundidas com pessoas. As instituies que deveriam servir ao Estado e sociedade e estavam acima do homem.

Para ela, dipo encarna todas as caractersticas da Tirania que fora conhecida em Atenas no sc. A crtica tirania por ela perder o a medida e o equilbrio e ligar-se aos princpios de emoo ligado ao povo, o que Maria Christina chama de princpio dionisaco, o deus da xtase.

Foi o prprio Psstrato que trouxe o culto de Dionsio para dentro da cidade, apesar de esta ser mal vista aos aristocratas, buscando benefcio do povo. Porm a autora no focaliza somente este ponto, ela adentra as vrias facetas expressas na obra, o elemento pblicos e polticos, dos discursos feitos frente a todos o cenrio a praa em frente o palcio de Tebas, onde os numerosos tebanos, ajoelhados nos degraus e altares como suplicantes Sfocles , , p.

A abordagem materialista aqui seria insuficiente para demonstrar aspectos crucias que podem ter influenciado a mentalidade da poca e do autor.

A vida na plis grega, entre a. E realmente os cidados atenienses percebiam tal fato, esta liberdade de deciso e a participao pblica de si mesmos, como cidados 2, pois pouco uma gerao antes a.

Indro Montanelli, jornalista, com seu estilo literrio e analisando a histria como se as aes fossem contemporneas a ns, v em Pisstrato um demagogo sobre o proletariado. Pisstrato era de famlia rica e aristocrtica. Vendo que a democracia pendia para a esquerda, invertera todas suas ambies sobre o proletariado. Apoderou-se da acrpole [com um exrcito pessoal] e proclamou a ditadura. Naturalmente, em nome e para o bem do povo, como todas as ditaduras.

Ao contrrio dos romanos, que tinham no ditador porm o cargo durava seis meses uma escolha aristocrtica, em casos excepcionais de perigo, talvez os gregos no viam com bons olhos um ditador os controlando.

Mesmo que favorecesse as classes populares, como defende Idel Becker, aps estas ascenderem financeiramente, certamente exigiam volta democracia. Mas, rebate-me Montanelli, citando que sua arma para conquistar os gregos foi a simpatia. Enfim, se Marx estivesse aqui certamente discordaria destas preposies. Com razo. Mas na presente anlise, talvez estes elementos simplrios e aparentemente idealsticos deviam permear a mentalidade na poca.

Na verdade Pisstrato agradou os proletrios empreendendo-os em construes pblicas, e aos burgueses, mostrando Atenas que sue caminho de expanso era o mar, investindo na indstria naval e comrcio.

Porm, Hpias, seu filho, aps assassinarem seu irmo, acaba tornando-se um autentico tirano, realizando perseguies e assassinando oponentes. Por fim acaba deposto. Para se vingar, vai para a Prsia e vira conselheiro real de Drio, que em estava s portas da Grcia. Certamente nunca mais os gregos aceitariam um ditador absoluto que governasse segundo suas vontades particulares e emocionais. E exatamente disto que trata a histria de dipo por Sfocles.

Busca mostrar que os tiranos perdem a medida ao governar sem os aparatos democrticos da polis. O homem fica entregue a si mesmo e engana a si mesmo. Mario da Gama Kury. O Discurso Poltico no dipo-Rei. Cultura Grega Clssica. Porto Alegre: Ufrgs, Pequena Histria da Civilizao Ocidental. So Paulo: Companhia Editora Nacional, Histria dos Gregos.

So Paulo: Ibrasa, Interesses relacionados.

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Édipo Rei, de Sófocles

Para conjurarla hay que castigar al asesino de Layo; a tal fin, se emprenden unas indagaciones que, paso a paso, descubren ante todos la verdad. En ellos un jurado elegido a suerte entre el pueblo premiaba al dramaturgo, al corega y a los protagonistas. Durante toda la obra intercala comentarios. Edipo se lesiona clavando en sus ojos los broches del vestido de Yocasta, como castigo por haberse casado con su madre y haber matado a su padre. Presenta a Edipo como un transgresor. En este caso es su curiosidad y su entereza lo que le estimula a investigar. Y su gesta consiste en su propio sacrificio.

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